Por dentro de história...
A Casa das Rosas foi projetada no final da década de 20 pelo arquiteto Ramos de Azevedo para ser a residência da sua filha Lúcia, recém casada com o engenheiro Ernesto Dias de Castro.Ramos de Azevedo não chegou a ver o projeto concluído, pois faleceu em 12 de junho de 1928 e a construção só ficou pronta sete anos mais tarde, sendo assinada por Felisberto Ranzini.Durante 51 anos, residiram sua filha, Lucia Ramos de Azevedo e seu marido, Ernesto Dias de Castro e, mais tarde, Ernesto Dias de Castro Filho e sua esposa, Anna Rosa.
O casarão foi habitado até 1986, quando foi desapropriado pelo Governo do Estado de São Paulo. No local, tombado em 1985, pelo Condephaat, a Secretaria de Estado da Cultura inaugurou, em 11 de março de 1991, o espaço cultural conhecido por Casa das Rosas, cujo nome foi inspirado na flor predominante nos grandes jardins do imóvel.
A Casa das Rosas hoje em dia...
A proposta deste espaço é traduzir e codificar uma linguagem que possibilite o salto para uma nova civilização. Não é uma metalinguagem. É uma nova linguagem, sem nenhum compromisso com o passado. A Casa das Rosas está “plugada” com o mundo e criando o ideal da arte sem fronteiras.
Isso sem contar como cada detalhe desta casa nos faz parar para um reflexão! É fascinante!
Ainda mais quando olhamos ao redor e vemos a Avenida PAulista, centro financeiro de São Paulo, representada por enormes "arranha-céus", muito barulho,carros e gente o dia todo sem parar um minuto.E logo ali fica o aconchego, o romantismo, a docura, a cultura mixada de várias formas... um mundo único, só de quem está ali, vivendo aquele momento.
Todas as exposições acontecem tanto em suas dependências físicas quanto nas WEBPAGES da Casa das Rosas. Escritores, poetas, artistas plásticos, fotógrafos são convidados a trabalharem em hipertextos e hiperimagens e terem seus trabalhos hospedados em nosso site. O acervo digital da Casa das Rosas: Rosas Net Art .
Vale a pena reservar um pouco do nosso tempo para ir conferir de perto cada centímetro especial desse cantinho!
terça-feira, 27 de maio de 2008
Corredor literário na Paulista

Em 2007 o Corredor Literário na Paulista instalou 23 letras gigantes ao longo da Avenida Paulista para identificar os Prédios e Espaços Culturais aonde, ao longo da semana de 08 a 14 de outubro de 2007, ocorreu o III Corredor Literário na Paulista, uma realização da Secretaria Estadual de Cultura, através da OS Abaçaí e Associação Paulista Viva, com apresentação da Telefônica. Durante a semana do Corredor as letras gigantes foram estilizadas pelo trabalho de escritores, artistas plásticos e designers.
De 25 de janeiro a 26 de fevereiro o público de São Paulo pôde conferir o resultado desta intervenção artística na Paulista com a exposição das letras gigantes no entorno da Casa das Rosas. No dia 26 de fevereiro, houve, na Casa das Rosas o Leilão de Letras Gigantes com renda revertida para a revitalização de bibliotecas públicas municipais de nosso Estado. O evento contou com a presença dos artístas que estilizaram as letras.
O Corredor Literário na Paulista é parte do programa de incentivo à leitura do governo do Estado, São Paulo Um Estado de Leitores, que durante o ano inteiro não mede esforços para promover o livro e a leitura em todo o Estado de São Paulo, reforçando o acervo das Bibliotecas Públicas Municipais, Salas de Leitura, capacitando multiplicadores de leitura e promovendo um leque de ações para divulgar o livro, a literatura e o gosto pela leitura. Os recursos arrecadados pelo Leilão das Letras permitirão que Bibliotecas Públicas sejam revitalizadas, recebendo acervo renovado e facilidades para acesso à internet.
Aproveitando o passeio vale a pena vistar a Casa das Rosas ali mesmo, que conta alem das exposições, com uma arquitetura e uma historia mais do que mágica!
Fica a dica para quem quer participar da quarta edição do corredor literário que acontecerá em outubro de 2008" é só acessar o site e ficar por dentro: http://www.corredorliterario.com.br/
De 25 de janeiro a 26 de fevereiro o público de São Paulo pôde conferir o resultado desta intervenção artística na Paulista com a exposição das letras gigantes no entorno da Casa das Rosas. No dia 26 de fevereiro, houve, na Casa das Rosas o Leilão de Letras Gigantes com renda revertida para a revitalização de bibliotecas públicas municipais de nosso Estado. O evento contou com a presença dos artístas que estilizaram as letras.
O Corredor Literário na Paulista é parte do programa de incentivo à leitura do governo do Estado, São Paulo Um Estado de Leitores, que durante o ano inteiro não mede esforços para promover o livro e a leitura em todo o Estado de São Paulo, reforçando o acervo das Bibliotecas Públicas Municipais, Salas de Leitura, capacitando multiplicadores de leitura e promovendo um leque de ações para divulgar o livro, a literatura e o gosto pela leitura. Os recursos arrecadados pelo Leilão das Letras permitirão que Bibliotecas Públicas sejam revitalizadas, recebendo acervo renovado e facilidades para acesso à internet.
Aproveitando o passeio vale a pena vistar a Casa das Rosas ali mesmo, que conta alem das exposições, com uma arquitetura e uma historia mais do que mágica!
Fica a dica para quem quer participar da quarta edição do corredor literário que acontecerá em outubro de 2008" é só acessar o site e ficar por dentro: http://www.corredorliterario.com.br/
Paulo Bruscky:“A arte dos não leigos”
Paulo Bruscky* é considerado um dos pioneiros na arte conceitual brasileira. Ele se caracteriza por uma obra efêmera, com uma grande transitoriedade na sua produção. Na sua exposição Ars Brevis, inspira-se em si próprio, e pode-se observar um grande teor de conteúdo espalhado no decorrer desta. A maioria das obras presentes foi retirada do seu próprio apartamento/ateliê em Recife. Sendo tais divididas em sete partes, classificam-se:
- Cotidiano: O artista faz uma referência as coisas do dia-a-dia de uma forma bastante interessante e ironica.
- Hospital-estúdio: Experimentações rotineiras como um funcionário hospilatar da rede pública.
- Máquinas poéticas: Experimentações com máquinas de xerox e fax.
- Poesia Visual: Frases sintéticas, colagens e caligramas.
- Arte postal: Intensa troca de correspondência de cunho político entre artistas de várias nacionalidades, realizada nas décadas de 60 e 70.
- Biblioteca: Traz os livros que compõem grande parte de sua obra. Mas livros diferentes. O primeiro, realizado em parceria com Daniel Santiago, em 1971, tem um espelho na capa branca e inclui textos e projetos de ações. Outro livro é o Comoler, na forma de um enorme pão, com edição da padaria Nabuco, em Recife, que foi lançado e comido na livraria Livro 7, também em Recife, acompanhado de manteiga e café.
O artista se apresenta como personagem de si mesmo em performances e ensaios fotográficos.
- Eu comigo: O artista se apresenta como personagem de si mesmo em performances e ensaios fotográficos.
Uma ótima dica para quem busca seu auto-conhecimento e mais do que isso, fonte de pesquisa sobre comportamento, criação e cultura!
Período : 8/11/2007 a 4/5/2008
Local : MAC USP Cidade Universitária
Funcionamento: Terça a sexta das 10 às 18, sábado, domingo e feriado das 10 às 16 horas
- Cotidiano: O artista faz uma referência as coisas do dia-a-dia de uma forma bastante interessante e ironica.
- Hospital-estúdio: Experimentações rotineiras como um funcionário hospilatar da rede pública.
- Máquinas poéticas: Experimentações com máquinas de xerox e fax.
- Poesia Visual: Frases sintéticas, colagens e caligramas.
- Arte postal: Intensa troca de correspondência de cunho político entre artistas de várias nacionalidades, realizada nas décadas de 60 e 70.
- Biblioteca: Traz os livros que compõem grande parte de sua obra. Mas livros diferentes. O primeiro, realizado em parceria com Daniel Santiago, em 1971, tem um espelho na capa branca e inclui textos e projetos de ações. Outro livro é o Comoler, na forma de um enorme pão, com edição da padaria Nabuco, em Recife, que foi lançado e comido na livraria Livro 7, também em Recife, acompanhado de manteiga e café.
O artista se apresenta como personagem de si mesmo em performances e ensaios fotográficos.
- Eu comigo: O artista se apresenta como personagem de si mesmo em performances e ensaios fotográficos.
Uma ótima dica para quem busca seu auto-conhecimento e mais do que isso, fonte de pesquisa sobre comportamento, criação e cultura!
Período : 8/11/2007 a 4/5/2008
Local : MAC USP Cidade Universitária
Funcionamento: Terça a sexta das 10 às 18, sábado, domingo e feriado das 10 às 16 horas
Cantos populares do Brasil: a missão de Mário de Andrade
O Centro Cultural São Paulo está com uma mega exposição permanente sobre cantos pupolares Brasileiros sobre a visão de Mário de Andrade. De terça a domingo, das 10h às 17h - Espaço expositivo permanente da Missão. A exposição ja começa mostrando os instrumentos diversos utilizados para se criar os cantos ditos populares. Ao fazer um tour pela exposição você percebe que qualquer detalhe que seja vem numerados e conta com rodapé, o que faz com que o visitante não precise de monitor para seguir seu trajeto.
Conta com uma riqueza de documentos que podem ser analisados de perto em uma espécie de baú com gavetas surpreendetes ( tem uma até que toca música quando aberta).Da muita vonatde de ler cada versinho, cada rima que tem nos livros e cartas documentadas. é tudo muito magico e real!
Tem também uma televisão que fica passando pequenos trechos explicando cada dança, canta canto, sua origem,época e região. Tudo muito prático e de facil entendimento, o deixa o visitante ainda mais empolgado.
Agora vem a parte que eu mais gostei que foi o "passeio" em quer recebemos um fone de ouvido aompanhado de um cd que fz com que você caminhe pelos personganens de tamanho real e saiba a história e o tipo de canto de cada um ali representado. Um show!Dura cerca de uns 20 minutos, é fantástico! você pode ouvir os cantos originais no meio da narração e são mais de 18 cantos ali representados. Dessa forma fica mais facil ainda a assimilação do canto com o tipo de cultura, com o vestuário e com a época, ficando mais facil a compreensão do contexto com o produto final, desde trajes até a região em que foi criada!
vale a pena conferir! Uma interessantíssima visão para quem estuda comportamento e cultura.
Fica aí a dica!
Conta com uma riqueza de documentos que podem ser analisados de perto em uma espécie de baú com gavetas surpreendetes ( tem uma até que toca música quando aberta).Da muita vonatde de ler cada versinho, cada rima que tem nos livros e cartas documentadas. é tudo muito magico e real!
Tem também uma televisão que fica passando pequenos trechos explicando cada dança, canta canto, sua origem,época e região. Tudo muito prático e de facil entendimento, o deixa o visitante ainda mais empolgado.
Agora vem a parte que eu mais gostei que foi o "passeio" em quer recebemos um fone de ouvido aompanhado de um cd que fz com que você caminhe pelos personganens de tamanho real e saiba a história e o tipo de canto de cada um ali representado. Um show!Dura cerca de uns 20 minutos, é fantástico! você pode ouvir os cantos originais no meio da narração e são mais de 18 cantos ali representados. Dessa forma fica mais facil ainda a assimilação do canto com o tipo de cultura, com o vestuário e com a época, ficando mais facil a compreensão do contexto com o produto final, desde trajes até a região em que foi criada!
vale a pena conferir! Uma interessantíssima visão para quem estuda comportamento e cultura.
Fica aí a dica!
sexta-feira, 23 de maio de 2008
100 anos de imigração japonesa no Brasil: TOKYOGAQUI
O Sesc localizado na avenida Paulista trouxe uma exposição no mês de Março sobre os 100 anos de imigração Japonesa no Brasil. A exposição era composta por 2 andares com visões completamentes diferentes com elementos da tradição, do pop, do consumo e da arte contemporânea japonesas por meio de performances, instalações, danças e debates. A proposta é mostrar diferentes imagens da capital japonesa na cidade São Paulo

O nono andar retratava os 101 anos do mestre Kazuo Ohno,homenagem a dança butô, e ao coreógrafo Takao Kusuno que introduziu o butô no Brasil. Em um espaço de sombras e chão irregular, que obriga o visitante a caminhar devagar e com atenção, atores brasileiros percorrem o espaço como fantasmas, emergindo da penumbra.A sala também é composta pelos figurinos originais usados nas apresentações de tais profissionais, esses figurinos ficam suspensos por fios o que parecem vultos, dando uma certa agonia a quem está visitando.
O contraste com o quinto andar – dedicado à cultura pop – é enorme. Uma parede de pelúcia rosa-choque e TVs que passam diversos vídeos já aparecem assim que você sai do elevador( isso sem contar que o elevador é o máximo todos decoradíssimos e com pessoas vestidas a caráter, o que nos da mais vontade ainda de conhecer essa cultura assim, de perto!). Um barulho: uma mistura das máquinas de dança, dos videogames e da trilha sonora do andar, composta por j-pop, j-rock e temas de anime, tokusatsus, entre outros, faz uma referência aos games centers.
Tem duas máquinas de pump ( amei e ganhei todas as partidas), um Nintendo wii e dois Playstation à vontade para o público usar.Ao lado, em uma câmara separada há a instalação Timeless, em que vídeos são projetados em um quimono( interessantíssimo! demonstrando que a roupa fala por si só). Do outro, há um telão que passa ininterruptamente imagens de meninas dançando parapara. Como é meio escondido, tem até gente que tenta imitá-las, como foi o meu caso.
Uma mini-biblioteca empresta mangás e livros, uma TV de Plasma fica passando animes e um aparelho de videokê disponibiliza músicas em japonês e português. A exposição de toy-art traz bonecos de anime, tokusatsus, robôs etc.
No dia da minha vista ainda nao estava disponivel o Bia Garden (de “beer garden”), montado na comedoria, que fica no último andar. Mas não foi preciso nada mais para que eu saisse de la com vontade de voltar... voltar para explorar, para aprender e para me encantar com tal cultura tao rica, tao surpreendente e tao misteriosa! vale a pena conferir sempre! Para os estudantes de artes diversas taí uma otima fonte de referências! Fica aí a dica!
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